sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Caminhos, passos, e pegadas...


O jogo pra mim foi uma curta, mas relativamente profunda jornada de conhecimento. As primeiras tarefas me fizeram pensar em quais caminhos estava e estou caminhando, quem sou e quem estou.

Os pontos positivos foram a compreensão do “jogue sério”, realmente fui entendendo esse conceito, e o que mais me ajudou a fazer isso foi a sensação da importância do Guerreiros (e também os prazos a serem cumpridos). O jogo todo te faz questionar o significado dessa jornada, onde ela se encaixa na sua vida e na história que você quer fazer e/ou continuar.

Desde seu começo o jogo te desafia a colocar em palavras e imagens o significado de tudo aquilo para você. Fazer uma recordação visual também ajuda na sensação que você realmente fez algumas coisas, que elas foram reais, não só idéias, que elas mudaram vidas ao longo do caminho.

Como ponto negativo talvez tenha sido a minha solidão nessa jornada, não recebi contatos e nem os fiz com os outros participantes. Acredito ter sido mais minha culpa do que qualquer outra coisa, e porque as tarefas também não exigiam necessariamente parcerias virtuais com outras pessoas.

Acho que esse ponto eu mudaria mais, acho que deveria de alguma maneira ter entrado em contato com outros participantes. Saber quem são mais de perto, ler mais seus blogs durante o percurso. Li os blogs apenas de alguns.

Em alguns pontos de meu blog senti um pouco de falta de vida, cor e imagens mais claras do que estava fazendo e pensando. Em algumas horas dava vontade de ter um banco de imagens para expressar o que estava escrevendo e sentindo. Tentei deixá-lo mais vivo durante o percurso, mas não o tanto quanto gostaria.

Outro ponto que fui percebendo durante o jogo foi a idéia de que o próprio jogo estava acabando, em outras palavras, o GSA estava chegando mais perto. A cada passo, sensações paradoxais vinham a minha mente: medo e excitação por exemplo. Queria muito chegar ao final do jogo e ser selecionado para estar em Santos em Janeiro, entretanto, conjuntamente, um sentimento de medo do desconhecido começava a fazer parte do meu pensamento.

A vontade de estar lá e, ao mesmo tempo, o medo de estar lá estavam presentes entre as letras que teclava em meu blog. Acredito que essa sensação permanecerá, pro bem, num sendo de urgência de alguma maneira. Talvez essa consciência de sentimentos “contrários” teria me deixado mais tranqüilo durante o processo.

O jogo do GSA traz você a você mesmo, conhecer suas qualidades, defeitos, como você lida com as coisas a sua volta, vitórias e medos, e muitos outros sentimentos entre esses.

Acho, então, que ser um Guerreiro deva ser isso também. Seguir em frente, andar e andar. Fazer e transformar mesmo quando há barreiras do lado de fora, e PRINCIPALMENTE do lado de dentro.

terça-feira, 23 de setembro de 2008

ELETRIZANTE!!!

A primeira coisa que fiz foi conversar com meus amigos mais próximos sobre a idéia de se criar um projeto que aproxime os jovens das questões da área pública e política.

Conversei com Felipe Salto, estudante de Economia da FGV em seu último semestre, com Germano Guimarães, estudante de Administração Pública em seu último semestre, e com Marina Cançado, estudante de Administração de Empresas em seu 6º semestre. (foto tirada por nós)



Antes de disso, procurei mais saber sobre o Institute of Politics que havia comentado anteriormente. Praticamente comi o site de Harvard atrás de informações sobre como eles fizeram tudo aquilo acontecer, e peguei essas informações e as levei aos meus amigos.


Eles, que já tinham e ainda tem um viés muito grande para a área pública, adoraram a idéia. E assim logo começamos a pensar em quais seriam nossas ações e antes de tudo nossa missão.

Naquele momento, a missão do Institute of Politics nos ajudou bastante a pensar no que queríamos para nós. Entretanto, ela não nos parecia suficiente, faltava alguma coisa com relação ao Brasil, a um projeto nacional e uma mobilização em torno dele.


Assim chegamos numa missão:

“Unir estudantes, empresários, políticos, acadêmicos, jornalistas, ativistas e gestores públicos, numa base não partidária, na construção de um projeto nacional de desenvolvimento, para engajar e nortear atuais e futuros líderes públicos”.



Mas desde então já havia, segundo o Salto, um grupo querendo debater questões importantes para o país, era um grupo de estudos que estava começando. Sabendo disso, marcamos um encontro com eles para apresentarmos a idéia.


O grupo formado por cinco alunos ficou extremamente empolgado com a idéia, e queria então já colocar em prática algumas coisas, as quais voltarei a falar mais a diante.

Assim que se desenrolaram os fatos, o Salto ficou responsável por contatar o Diretor da Escola de Economia da FGV, Yoshiaki Nakano, para apresentarmos o projeto. Dois dias depois, fomos conversar com ele.


O diretor ficou também muito animado com a idéia, mas alertou para dois pontos. Primeiro, que precisávamos de professores do nosso lado, depois que ele queria ver como é a estrutura organizacional de Harvard para ter idéia de como as coisas são feitas e as decisões são tomadas. (foto tirada por mim)



Mesmo assim, ao final da reunião, disse que iria entrar em contato com o presidente da Fundação para falar da idéia, e para que isso não ficasse restrito a uma escola mas que fosse levado a todas (!!!). Além disso, falou para conversarmos com o professor e diretor do Centro de Estudos em Política e Economia do Setor Público, George Avelino, para ver o que achava, e em que poderia nos ajudar.


A Marina ficou responsável em falar com ele, essa tarefa seria mais fácil já que sempre estava na escola. E logo depois, no dia seguinte, o encontramos no Café que existe dentro da faculdade. Recebeu com muita alegria o projeto, e disse que não existe iniciativa parecida no Brasil, principalmente quando se trata de aproximar pessoas diversas, inclusive estudantes.


Pedimos sua ajuda para entrar em contato com o escritório de Harvard no Brasil, o que fez prontamente, prometendo nos passar um contato que tinha lá.


Logo, à noite, a Marina, nos enviou um e-mail falando sobre o contato que ele havia disponibilizado. Ela enviou o e-mail e agora estamos esperando resposta.


Nossa próxima reunião, com o Diretor, será assim que obtivermos o estatuto do Instituto de Política de lá, para termos uma reunião mais “executiva”. Depois dessa conversa, queremos já partir para a Diretora da Escola de Administração e depois para a Esc

ola de Direito.


Paralelamente a isso tudo, o Germano, o Salto e eu, estávamos já há algum tempo, pensando em organizar umas palestras com “as pratas da casa”, alguns ex ministros e secretários de Estado para falar sobre suas experiências no governo.


Foi da soma desse pensar mais a idéia da criação do Instituto de Política que surgiu o Encontro com Grandes Lideranças, um evento que tem o objetivo de

aproximar jovens de grandes figuras do cenário político com o intuito de, por exemplo, desmistificar a área pública, traze-lá para perto.


Nosso primeiro encontro ocorrerá dia 28 de Outubro com Elizabeth Farina, ex-presidente do CADE, para falar com os estudantes sobre sua experiência.


Voltando ao assunto dos alunos de Economia que já tinham um grupo já formado. Naquele mesmo dia, conversamos já sobre o primeiro tema a ser discutido: Desenvolvimento.


A maneira como esse debate se dará foi definida: um comitê temático formado por esses alunos e um professor especialista no assunto ajudará a definir os textos a serem lidos e os palestrantes a serem convidados.


No dia das discussões, que ocorrerão uma vez por semana durante quantas semanas forem necessárias para serem discutidos todos os textos propostos pelo professor, com um teto de 3 meses de duração. Durante os dias de debates sobre os textos, um aluno do comitê coordenará o debate, requerendo algumas habilidades de mediação a serem desenvolvidas com ajuda dos professores do próprio comitê também.


No último dia, depois dos debates e palestras específicas, o professor participante do comitê mediará um debate final sobre o conceito tratado, no caso, sobre o conceito de desenvolvimento.


Esses debates, definimos, ficará dentro do Programa de Formação e Debate feita pelo Instituto de Política, será uma de suas atividades, talvez com o nome de Arena de Debates.


Outro braço do Instituto, além da Arena de Debates e do Encontro com Grandes Lideranças queremos fazer fóruns anuais sobre política. Esse teria o nome de Fórum JK, no qual a agenda nacional da política e da administração pública seria debatida, parecido com o que o Fórum de Economia da FGV faz atualmente, entretanto com foco diferenciado.


Outras ações foram consideradas (há muito que fazer), mas acredito que as citadas anteriormente são aquelas que mais poderemos contar com resultados no curto prazo.


Hoje mesmo o pessoal da Arena de Debates recebeu uma primeira lista de sugestões do professor Marcos Fernandes sobre quais livros lerem no primeiro ciclo. Acredito que dentre duas semanas o primeiro evento desse porte possa acontecer.


Resultado, muita correria, paixão à flor da pele, e inacreditáveis reuniões positivas. E agora acabo de saber que nossa reunião com o contato de Harvard será amanhã à tarde(!!!!!!!!).

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Quando tudo conspira....para o bem!!!

Realmente estou muito empolgado com minha idéia da criação de algo que aproxime mais jovens das questões importantes envolvendo política e administração pública.


Alguns amigos já envolvidos com consultorias, governo e terceiro setor, e que se envolveram em projetos com jovens durante sua vida de graduandos, podem se juntar a mim nessa jornada.


Posso conversar com alguns professores da área de governo e administração pública, que até já foram secretários de governo e hoje estão na direção das escolas de economia, direito e administração da FGV.


Como outros recursos, posso acessar experiências parecidas, que aliás já encontrei, nos EUA, na faculdade de Harvard, o que eles chamam de Institute of Politics. Esse instituto é uma grande arena de debates nacionais por lá.


Para aumentar ainda mais meu conhecimento sobre esse projeto posso tentar em contato com eles diretamente, ou por meio do escritório de Harvard no Brasil.


Por aqui, posso utilizar a própria faculdade para angariar apoios de professores e alunos.


Como mobilização dos alunos, acredito que posso vir a contar com todas as entidades estudantis da faculdade, da Empresa Junior até a Incubadora de Cooperativas Populares já que esse tema específico não é tratado por nenhuma delas, inclusive o Diretório Acadêmico. Na parte da comunicação, o jornal interno da faculdade, dos alunos, a Gazeta Vargas também pode contribuir muito para esse processo.


Com relação à mobilização dos professores tenho como entrar em contato com os Centros de Estudos ligados à área pública, nos quais professores lideram pesquisas sobre políticas públicas, gestão governamental, entre outros temas. E por meio deles posso acessar pessoas já dentro das estruturas governamentais, convidando-os a fazerem parte de alguns atividades, por exemplo, participar de encontro com jovens para falar sobre suas experiências no governo.


Para alcançar a Diretoria da faculdade, será necessária a elaboração, coerente e factível, de um projeto que os faça acreditar que uma organização nova, ligada a essas áreas de política e governo, poderá trazer avanços significativos em direção aos objetivos da Fundação.


A estrutura física pode ser uma das coisas a ser negociada com a faculdade se esta decidir apoiar o projeto PRA VALER.


Do ponto de vista financeiro, a rede de parceiros da Fundação é bem extensa, e se puder alcançá-la, o projeto pode começar a ter viabilidade financeira, sendo ajudado pelas empresas e demais apoiadores da faculdade.


Acredito ser interesse de muitos professores e alunos a criação de alguma organização para trazer o debate público para dentro da faculdade, e auxiliar na formação de servidores públicos melhores, entendendo “servidores públicos” no conceito mais amplo possível.



segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Lá no sertão...

video

Junho 2006

Acender!!!


Hoje, acredito que o que mais sinto angústia por não ter mudado em minha faculdade é a quase completa indiferença por parte dos alunos quando o assunto é política e administração pública.

Percebia que muita gente até se interessava por ser um gestor público, por exemplo, mas era guiado pelo senso comum a sair dessa idéia e andar por caminhos mais “certos”.

Percebia que desde minha entrada havia uma “indiferença desconfiada” sobre o papel da política e o que ela representa. Alunos que gostavam do assunto não se mobilizam, outros diziam que gostavam de política porque liam os jornais, e a maioria nem prestava atenção nisso.

Sei que isso é muito conseqüência de anos de política mal feita no Brasil e por nossa tão nova democracia, entretanto acho que posso ter um impacto positivo na criação de um outro olhar sobre o assunto e sobre o papel que este pode ter.

Mesmo formado, acredito que posso trazer algo de bom. Portanto, o maior problema que enxergo pode ser dividido em dois fatores. Primeiro, os alunos não são incitados a pensar em administração pública e política. Segundo, os alunos que o fazem, não encontram canais diretos para que possam considerar o Estado como uma REAL opção.

Como tornar isso real?

Meu primeiro passo poderia ser dividido em duas partes, mas com o mesmo intuito: inspiração.

Procuraria me inspirar em exemplos fora de meu meio, às vezes, fora do Brasil. Tentaria achar algo que tivesse esse viés mais abrangente sobre a administração pública, incluindo novos significados de política. Essa primeira parte pode vir de projetos que encontre já em andamento, e se eles não existirem, busco mais conhecimento sobre o assunto em livros temáticos, buscando criar o meu próprio conceito.

Na segunda parte desse primeiro passo, paralelamente, tento conversar com o máximo de pessoas ao meu redor, e se possível, fora dele, para me ajudar a pensar e conhecer iniciativas parecidas.

Esse primeiro passo se retroalimenta, pois quanto mais procuro inspiração mais inspirado fico, na maioria das vezes.

Como um segundo passo, acredito que é a construção de uma rede para sustentar a idéia e sua execução.

A rede pode ser, inicialmente, formada por todas aquelas pessoas que tive contato no passo anterior, mais ligado à criação e inspiração. Nesse processo, as pessoas vão se sentindo parte daquela idéia, muitas vezes apoiando-a para que dê certo.

No caso de minha idéia, nessa rede não poderiam faltar os alunos e professores da faculdade. Não só são importantes para sustentar sua execução, mas também para espalhar mais a idéia atraindo novos apoios. Nesse ponto a idéia começa a ficar real onde ela é mais importante: ela existe na cabeça das pessoas.

O terceiro passo é a ação. Depois de se ter consciência sobre o problema, se inspirar em pessoas que já o fizeram em algum lugar do mundo e construir uma rede de apoio, chega a hora da ação em si.

Todo o processo somente foi construído, e somente terá impacto real, se tomar como seu pressuposto o conceito de que ele existe devido, em quase sua totalidade, pela crença das pessoas na essência da proposta inicial.

Nesse ponto, todo um planejamento precisa ser feito para tornar a idéia um projeto de real impacto e, em última análise, não decepcionar as pessoas que acreditam naquilo.
O planejamento ajuda a pensar nos objetivos concretos que o projeto almeja alcançar, as metas de execução ajudam a ação a não parar de ocorrer. E nesse processo, surgem os cronogramas, os custos de execução, a viabilidade de algumas atividades e a inviabilidade de outras, ao menos no curto prazo numa tentativa de captar recursos.

A partir desse processo, a imagem do projeto começa a ficar mais concreta. E assim, também fica talvez a criação de um centro de oportunidades na área pública para alunos interessados e eventos com grandes gestores públicos para trazer o debate para dentro da universidade.

Além disso, fazer parcerias com outras entidades estudantis para gerar mais sintonia entre eventos, por exemplo. Gerar mais alunos interessados, mais alunos agindo no sentido de tornar relevante o pensar na área pública.

E desses alunos e entidades, a atitude, provinda do projeto, de fazê-los entrar em contato com o país em que vivem, para não terem uma visão unilateral, saber o que pensa o cidadão, suas dificuldades e o que pensa ser um ponto positivo.

Todo esse “fazer” é, na verdade, mais um ciclo do que um processo retilíneo. Mais uma interface do que passos separados. Mais humano do que pragmático.

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Eu faço diferença

MEU LIXO

Meu prédio, no último ano, fez uma revolução de coleta seletiva de lixo. Hoje, em cada andar, há um lixo para recicláveis e não recicláveis, um coletor de óleo e um de pilhas e baterias.

Os coletores de óleo, depois, são direcionados a locais de produção de sabonetes. Já as pilhas e baterias são levadas a uma empresa especializada no descarte apropriado.

Como fico pouco tempo em casa, meu consumo se "reduz" do lado doméstico, mesmo asim gerei a lista a seguir:

*Embalagem de frutas (isopor + plástico)
*Embalagem de Pão de Forma
Embalagem de Salgadinho
*Garrafa plástica – leite
*Garrafa plástica - refrigerante
*Garrafa vidro – suco
*Papéis impressos
*2 embalagens suco – tetrapak
*Embalagem de papelão – pizza
*Copo plástico - requeijão
Embalagem pipoca de microondas
Embalagem bolacha
Casca de frutas
Pão vencido
Yogurti vencido

*reciclado


MEU EXCESSO

Tinha uma mesa (escrivaninha) em minha sala que não precisava mais usar e era totalmente “luxo” e desnecessária. Essa mesa foi doada, há duas semanas, para um asilo em minha cidade natal, Asilo São Vicente de Paula. Ligando lá, fiquei sabendo que eles precisavam de mais mesas para melhorar a estrutura para os idosos. Por exemplo, havia computadores, mas não mesas.

Neste final de semana, separei algumas roupas que não usava mais e as doei para os Irmãos Vicentinos, associação comum no interior do Estado de São Paulo, cuidando de várias frentes com relação a pessoas carentes. O asilo citado anteriormente faz parte de sua estrutura.

Quando não usam as doações diretamente, como algumas das roupas, as coloca numa bazar que reverte as doações físicas em recursos financeiros para a própria Associação.

Sempre que tenho algo para doar, minhas primeiras opções são das associações de Itu, muito porque confio nelas e que o que dôo realmente chega na ponta do processo, para quem precisa, vindas das doações em si ou de recursos gerados por elas.



MEU CONSUMO
Qualquer coisa que você consuma tem um reflexo no mundo.

Alimentação: Como cozinho muito pouco, gero pouquíssimo óleo de cozinha.
No cotidiano, com muita frequência, deixo restos de comida no prato. Nesta semana, comecei a colocar menos comida e “raspei o prato”. Tentei consumir produtos que geram menos lixo, com embalagens mais simples e recicláveis, ou até com refis.

No supermercado, como faço, na maioria das vezes, compras pequenas levo os produtos na mochila e nas mãos mesmo. Ainda assim, nas compras maiores os saquinhos me acompanham. Nos últimos meses, tive uma redução expressiva. O grande diferencial talvez venha quando levar minha própria sacola.

Outro ponto é que, em algumas semanas anteriores, estava consumindo muitas refeições em casa, pedindo produtos que vinham com embalagens de alumínio e papel com alumínio. Nas semanas mais recentes reduzi a zero este tipo de consumo, e pretendo permanecer assim.

Energia: Com relação à energia, meu gasto maior fica na maioria das lâmpadas da sala, são spots de luz incandescentes. A mudança desse sistema requer lâmpadas econômicas e/ou reguladores de intensidade.

Não consegui fazer essa mudança durante esta semana, mas tentarei fazê-la até o fim deste mês. Outro ponto negativo no momento é que as lâmpadas fosforescentes requerem um investimento relativamente alto. Minha meta até agora é trocar uma lâmpada por mês em minha casa.

Os aparelhos eletrônicos, em sua maioria, quando desligados, não ficam ligados à tomada.

Transporte: Meu deslocamento pela cidade de São Paulo é feito a pé e ônibus. Não tenho carro, e não pretendo tê-lo tão cedo.

Água: Nesse caso, o principal gargalo é o banho. Nesta semana, reduzi meu tempo quase que pela metade, mas ainda acho que posso diminuir ainda mais. Realmente este ponto é o hábito ruim. "Pelo menos" meu chuveiro não é elétrico.
Bom sinal, também, é que o mau hábito de escovar os dentes de torneira aberta já não acontece mais há uns três anos.
Todas as descargas são de “caixa”, e a lavagem de louça é feita com mais disciplina, lavá-se primeiro e depois se enxágua.

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Propósito, Compromisso e Ação


O Guerreiros Sem Armas para mim será uma oportunidade fantástica, em diversos sentidos.
Se é que é possível dividir esses sentidos, nesse momento, penso que no sentido mais pessoal, essa experiência será importante para me conhecer mais, porque na ação algumas forças e fraquezas, às vezes desconhecidas, surgem, e nesse processo você amadurece, ralativiza problemas e aprende mais a se colocar no lugar de outras pessoas, ou seja, melhora como pessoa.

Já no sentido mais profissional, acredito que será um momento de reflexão e ação, na qual o trabalho com um grupo MUITO diverso será um enorme desafio, e nele tentar colocar à disposição “minhas características de administrador”, e além de tudo isso, para uma causa bem mais desafiadora: “Mudar o mundo, na prática”.

Talvez num sentido mais espiritual, fazer uma imersão de transformação social fará com que eu sinta na pele o que é realmente VIVER todos os dias o significado do MUDAR: com quem mudar? O que mudar? Quando mudar? O quanto mudar? Como mudar?
SENTIR o poder da mobilização que EMPODERA os outros.

E de tudo isso, quando voltar dessas transformaçãos dos mais diversos níveis, acredito que poderei contribuir, no Estado e em políticas públicas, de um jeito diferente da maneira com que estou pensando e fazendo agora, contribuir de um jeito melhor, talvez na direção de um Estado mais próximo da população. Do ponto de vista político, talvez volte com uma perspectiva mais concreta em torno do alavancar e empoderar atores.

De maneira geral, minha atitude será mais próxima a criar um movimento para uma melhor Política, um melhor Estado.

Pensando em como a experiência vai influenciar minha ações, minha sensação no momento está um pouco no post anterior: “Minha vontade de querer aprender cada vez mais a entender as pessoas, poder trabalhar junto a elas e trazer uma real transformação em nossas vidas me faz querer participar do Guerreiros”.

Mudar as coisas na prática, trabalhar com pessoas do mundo todo, com histórias completamente diferentes da minha, num mesmo objetivo. Ter contato maior com a comunidade, sua gente, histórias, características, e juntos nos empoderarmos, sabendo que NÓS podemos construir o que acreditamos.